Todos corruptos

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Tal como todos vós, acompanhei o apodrecimento desta república e demorei a discernir a origem de tão profunda contaminação. Hoje, vejo claramente a ingerência externa saqueadora dos recursos e da dignidade de Portugal. Internamente, os dados são mais que suficientes, para diagnosticarmos um tumor que alastra por todo o tecido estatal e social português:
Esse Tumor, é a Justiça Portuguesa e nada do que acontece seria possível, sem essa putrefação judicial. Não aleguem os senhores magistrados, uma ausência de legislação eficaz contra a corrupção, pois essa fronteira foi há muito ultrapassada, mergulhando políticos, magistrados e polícias de investigação, na mais óbvia traição da Pátria. Este é um crime muito mais grave que a corrupção e contra o qual o artigo 308 do Código Penal Português, é da maior eficácia. Quanto a provar abuso de funções de soberania por parte de ministros e presidentes, é de grande facilidade:
Os Motores da Economia Portuguesa, foram entregues a uma nação vizinha com interesses diametralmente opostos aos de Portugal. Esse facto, colocou-nos em potencial perda de independência, dado o gravíssimo abuso de funções de soberania (o que pelas sábias lições da História, irá derramar o sangue de gerações, tanto de um lado como do outro). Quanto à procuradoria da república, que fez esta? Abafou a queixa que lá apresentei e nunca sequer me chamou para apresentar as provas que afirmei ter, da traição da Pátria cometida pelos actuais Primeiro Ministro e Presidente da República.
Recentemente, o mais proeminente terrorista e narco-traficante, recebeu uma identidade falsa emitida pelo estado português.
Procurado pela Interpol e pelo DEA, mas também referenciado pela Mossad por financiamento de redes terroristas, o referido criminoso residia num condomínio de luxo do Estoril e sob protecção deste paraíso da corrupção judicial, consolidava as suas antigas ligações a um ministro da administração interna e a dois ministros da Defesa. De realçar que a prisão foi efectuada pelo DEA e pelas autoridades espanholas, durante uma deslocação do narco-terrorista a Espanha, pois apesar da justiça e governos espanhóis também estarem implicados no caso, a justiça e autoridades portuguesas, ainda ofereciam menor confiança.
Enquanto esse narco-terrorista, operava livremente e recrutava ministros, investigava eu a rede de financiamento a uma organização terrorista responsável por vários atentados (inclusive a explosão de um avião da Força Aérea Portuguesa), mas inacreditavelmente, fui perseguido e acusado de terrorismo (por ter em casa uma colecção de facas de venda e coleção livre, bem como, por há mais de 30 anos ter sido fiel depositário da colecção de armas antigas de um

integro Coronel do Exército, veterano da guerra colonial (à época, tanto as leis de armamento, como a Honra e Confiança entre os que juraram defender Portugal, eram toda uma outra realidade).
Mais recentemente, um Juiz excepção à regra que se confirma na magistratura (tal como uma Juíza Desembargadora também é excepção), foi suspenso de funções por na sua mais que legítima competência, ter declarado inconstitucionais as leis que subtraíram ao Povo Português direitos consagrados pela Constituição.
Claro que enquanto tudo isso sucede no paraíso da corrupção judicial, um outro Juiz prepara-se agora para cometer um gravíssimo crime de desrespeito ao mais importante Tratado Internacional de Justiça:
Este magistrado vai causar a expulsão de Portugal do Tratado de Nova York, o que nos mergulha directamente no quarto mundo, pois até no terceiro, esse Tratado é respeitado.
Que provas tenho eu de tudo o que aqui afirmo? Mais que muitas, mas por agora deixo-vos a que coloca a Justiça, o Governo e a Presidência desta república, na posição de comprados e de traidores da Pátria, por não só terem permitido um silencioso golpe de estado por parte de inimigos externos à Nação, como por desses inimigos, receberem e cumprirem ordens…

Artigo: Ricardo Van Der Hagen