Os Pés de Barro de » Madre» Ana Gomes

Para a opinião pública, Ana Gomes foi o rosto do combate entre a Indonésia e Portugal, com o futuro de Timor-leste em jogo.

É nessa altura que começa a afirmar-se politicamente e inicia as suas ligaçōes à Open Society.

Ana Gomes não era só a cara de uma campanha política, os seus interesses estendiam-se às áreas económico/financeiras. Como Embaixadora de Portugal na Indonésia fez favores, «por baixo da mesa», aos seus «amigos políticos»

A crise-económico-financeira sofrida pela Indonesia antes do referendo da independência de Timor-Leste, foi uma manobra recorrente do projecto global pelo qual Ana Gomes alinha, gerando uma forte recessão e crise social.

Depois da independência de Timor-Leste, Ana Gomes liderou «missōes empresariais» a Timor, não sendo permitido a nenhum empresário o acesso a esse mercado sem o seu aval prévio e respectivo retorno.

Houve empresários e outros nomes sonantes da política portuguesa, ligados ao PS, que facturaram milhōes.

Xanana Gusmão tinha essas informaçōes de corrupção, branqueamento de capitais e financiamento partidário ilegal, envolvendo Ana Gomes e amigos e por isso foi alvo de uma campanha para derrubá-lo.

Xanana Gusmão também se insurgiu contra a facilitação de investimentos e interesses de «grandes petrolíferas internacionais» e dos sérios prejuízos provocados pelas mesmas ao povo de Timor-Leste.

Não é portanto uma escolha baseada em ideais que a leva a apoiar Francisco Guterres contra Xanana, nem o argumento «Fretilin é o partido do povo» a verdadeira justificação para esse apoio.

E que interesses e ligaçōes teve Ana Gomes com as empresas petrolíferas, com os consorcios de construção que ajudou a instalar em Timor-Leste?

Ana Gomes intitula-se «Madre Ana de Calcutá em Timor» mascarando a sua actuação contra o bem-estar do povo timorense. Um padrão de comportamento que se repetirá em relação a Portugal?

As suas encenaçōes da defesa dos direitos humanos, da luta contra a corrupção e evasão fiscal não passam disso mesmo: encenaçōes! critica a corrupção «alheia», como intocável, enquanto desfruta dos luxos que advêm do exercício da mesma.

Os «pés de barro» podem passar ao largo de muitos, já que se tornou a estrela do palco amplificado pelos grupos de imprensa encarregues de a proteger e incrementar-lhe a voz.

Com que moral proclama que luta «Por um mundo com regras e principios»?

Falsas liçōes de ética dirigidas à população passiva e crédula que pretende utilizar como autómatos para a implementação de projectos que não afloram à vista do cidadão comum, e vão contra as aspiraçōes da esmagadora maioria dos portugueses e contra Portugal.

Com que legitimidade se candidata a P.R. de Portugal, quando renega os interesses desse Pais e se deixa manipular por organizaçōes que vão contra a soberania ?