Hackeamento da Constituição

As agendas políticas são, com raras excepçōes, fruto de um empenho estruturado de instituicōes e personagens que se mantêm ou pretendem manter-se na sombra, já que os seus interesses seguem um guião «maquiavélico».

Mas, há muito que são filtradas provas da identidade do intérprete e do animado.

Controlando governos, orgãos de comunicação social, redes sociais, campanhas de marketing, sondagens, e a opinião publica em geral, impōem uma ideologia muito bem orquestrada que se baseia na mudança de mentalidade e comportamento da população a que se dirige.

O financiamento milionário pela Fundação Open Society, do magnata George Soros, a inúmeras instituiçōes  a nivel mundial, com a finalidade de impor uma agenda global de engenharia social, apesar da sua tenebrosa influência na censura, há muito que é um segredo desfeito. Documentos filtrados pelos sites Wikileaaks e DC Leakes apresentaram também a lista de alguns altos dirigentes políticos designados como «lideres confiáveis para a Open Society Foundation» comprometidos com a sua ideologia  e dispostos a colaborar na implementação das suas directrizes.

Financia todos os movimentos de esquerda e está por tras de todas as engenharias sociais, começando pelo feminismo, a aprovação do aborto, da transexualidade, a imigração massiva de muçulmanos, a imposição do lobby gay, (entre muitas outras) com braços em todo o mundo, graças aos inúmeros lobbys que gere.

A Fundação Open Society manipula varias instituiçōes mundiais estendendo os seus tentáculos à Europa através das sua Ongs e grupos de pressão.

Os seus interesses estendem-se a Portugal e a Ana Gomes candidata a P.R.

Não é por acaso que Ana Gomes não é representante de Portugal no European Chapter of the Foreign Affairs, essa decisão concede-lhe a possibilidade estratégica de participar livremente na política de Portugal inclusivamente acusando os adversários de «ligaçōes perigosas»: Espelho meu, espelho meu!’

Ana Gomes é activo de George Soros e da Open Society Foundation, incrementa um discurso contra Israel alinhado pelo antissimetismo desta organização. Esta informação filtrada por fonte altamente fiável, é corroborada por toda a sua actuação. 

Quem não se recorda dos favores feitos a esta organização no seu mandato no Parlamento Europeu?

Ana Gomes defende mais apoio financeiro a associaçōes contra a «violência masculina«. Outra evidência do seu compromisso com a agenda da Open Society.

Ana Gomes afirmou que o partido Chega não deveria ter sido legalizado uma vez que segundo a candidata a P.R. é uma força politica que «claramente põe em causa a constituição» afirma também que ‘se for eleita não apertarei a mão a André Ventura».

Com estas afirmaçōes, a candidata a P.R. , vai contra os principios fundamentais da Constituição da Republica Portuguesa, vai contra os seus deveres (altamente improváveis) caso viesse a ser eleita. Supōe Ana Gomes que a população Portuguesa foi já alvo de programação e não tem discernimento?

Quando acusa o Partido Chega de «relação a forças racistas e xenófobas que estão proibidas pela Constituição” estará a rever-se na sua linha de antissemetismo contra Israel?

Porquê tanto ênfase na Constituição? «Areia nos olhos»?

O Partido Chega e especialmente o seu Líder Andre Ventura parecem ser os alvos principais de ataque da candidata. Será por este partido combater a ideologia a que Ana Gomes serve?

Onde fica a Constituiçao e os deveres de um P.R. que deveria representar todos os portugueses e respeitar as suas escolhas? André Ventura foi eleito democráticamente para deputado da AR pretende Ana Gomes escamotear a Constituição?